O tempo no Sátão
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Um ultimo olhar...
Depois de vendida, resta-nos um ultimo olhar, à nossa primeira viatura de combate a incêndios florestais.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Bombeiros Voluntários de Viseu exigem realização de assembleia extraordinária
O corpo dos Bombeiros Voluntários de Viseu exige a realização de uma assembleia-geral para debater as "dificuldades" 
que actualmente existem com a direcção. Neste momento, os bombeiros estão a recolher as 50 assinaturas necessárias para exigir a convocatória. Esta decisão surge depois de no final da semana passada, a reunião realizada entre corpo e direcção não ter dado "os frutos desejados", relativamente à proposta do comando. Segundo alguns presentes, o encontro - que já havia sido pedido em Março deste ano - "acabou em conflito". "Realizou-se a reunião onde o presidente entrou em conflito com a restante direcção, o que levou o mesmo a abandonar abruptamente a reunião e a direcção, juntamente com mais quatro elementos", contou um bombeiro que esteve presente no encontro. "Tinha sido dado o prazo até dia 22 para a situação ficar resolvida, mas tal não aconteceu", disse a mesma fonte. Já em Março, um grupo de 50 bombeiros entregou uma petição à Associação Humanitária dos Voluntários de Viseu para pedir a reunião entre a corporação e a direcção. Os bombeiros queriam ver esclarecida a saída de um dos vice-presidentes da direcção, Botelho Pinto, e resolver a questão que tem a ver com a promoção de um bombeiro a segundo-comandante. Situação que ainda não ficou desta vez resolvida.
que actualmente existem com a direcção. Neste momento, os bombeiros estão a recolher as 50 assinaturas necessárias para exigir a convocatória. Esta decisão surge depois de no final da semana passada, a reunião realizada entre corpo e direcção não ter dado "os frutos desejados", relativamente à proposta do comando. Segundo alguns presentes, o encontro - que já havia sido pedido em Março deste ano - "acabou em conflito". "Realizou-se a reunião onde o presidente entrou em conflito com a restante direcção, o que levou o mesmo a abandonar abruptamente a reunião e a direcção, juntamente com mais quatro elementos", contou um bombeiro que esteve presente no encontro. "Tinha sido dado o prazo até dia 22 para a situação ficar resolvida, mas tal não aconteceu", disse a mesma fonte. Já em Março, um grupo de 50 bombeiros entregou uma petição à Associação Humanitária dos Voluntários de Viseu para pedir a reunião entre a corporação e a direcção. Os bombeiros queriam ver esclarecida a saída de um dos vice-presidentes da direcção, Botelho Pinto, e resolver a questão que tem a ver com a promoção de um bombeiro a segundo-comandante. Situação que ainda não ficou desta vez resolvida.
domingo, 25 de abril de 2010
Acção de sensibilização para a defesa da floresta contra incêndios
Vai decorrer este domingo no Concelho de Sátão, a 2ª fase de sensibilização para a defesa da floresta contra incêndios. Uma iniciativa onde são várias as entidades envolvidas, tais como, o Gabinete Florestal da Câmara Municipal de Sátão, uma equipa do SEPNA da GNR e os Bombeiros de Sátão.
Os objectivos desta iniciativa são dar a conhecer a legislação sobre direitos e deveres da população, no que diz respeito a cuidados a ter com a floresta, agora que se aproxima a época de incêndios.
Tomada de posse do novo Comando
Já está marcado o dia da tomada de posse do novo Comando. Será no próximo dia 9 de Maio pelas 11 horas da manhã, ao qual se seguirá um almoço.
Entre bombeiros e convidados estará também o Presidente da Liga de Bombeiros o Dr. Duarte Caldeira.
A Secção Desportiva deseja a este novo Comando as maiores felicidades.
Entre bombeiros e convidados estará também o Presidente da Liga de Bombeiros o Dr. Duarte Caldeira.
Projecto SIRESP concluído em Portugal Continental e na Madeira
Decorrerá, no próximo dia 26 de Abril, no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL), uma cerimónia nacional que assinala a conclusão do SIRESP (Sistema
Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal) em Portugal Continental e na Madeira, através da entrega de 18 mil terminais desta rede aos organismos do Ministério da Administração Interna.
Durante a cerimónia realizar-se-á uma demonstração do sistema, que abrange todo o território continental e o arquipélago da Madeira, e dos respectivos terminais de comunicação. Na altura irão ser feitas ligações à Sala de Situação do Comando Territorial de Leiria da GNR, ao Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS – ANPC, Carnaxide), a uma ambulância do INEM (exterior), a uma viatura da PSP (exterior), a um inspector da Polícia Judiciária (no interior da sala do evento) e a um elemento do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (no interior da sala do evento).
O SIRESP é um sistema único de comunicações, baseado numa só infra-estrutura de telecomunicações nacional, partilhado, que deve assegurar a satisfação das necessidades de comunicações das forças de segurança e emergência, satisfazendo a intercomunicação e a interoperabilidade entre as diversas forças e serviços e, em caso de emergência, permitir a centralização do comando e da coordenação. A exploração desta Infra-estrutura é feita com recurso a plataformas de gestão centralizadas de forma a permitir a optimização da sua exploração, controlo dos níveis de serviço e de segurança, antecipação de problemas, entre outros.
Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal) em Portugal Continental e na Madeira, através da entrega de 18 mil terminais desta rede aos organismos do Ministério da Administração Interna.Durante a cerimónia realizar-se-á uma demonstração do sistema, que abrange todo o território continental e o arquipélago da Madeira, e dos respectivos terminais de comunicação. Na altura irão ser feitas ligações à Sala de Situação do Comando Territorial de Leiria da GNR, ao Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS – ANPC, Carnaxide), a uma ambulância do INEM (exterior), a uma viatura da PSP (exterior), a um inspector da Polícia Judiciária (no interior da sala do evento) e a um elemento do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (no interior da sala do evento).
O SIRESP é um sistema único de comunicações, baseado numa só infra-estrutura de telecomunicações nacional, partilhado, que deve assegurar a satisfação das necessidades de comunicações das forças de segurança e emergência, satisfazendo a intercomunicação e a interoperabilidade entre as diversas forças e serviços e, em caso de emergência, permitir a centralização do comando e da coordenação. A exploração desta Infra-estrutura é feita com recurso a plataformas de gestão centralizadas de forma a permitir a optimização da sua exploração, controlo dos níveis de serviço e de segurança, antecipação de problemas, entre outros.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Mau tempo provoca inundações em Santa Comba Dão e Nelas
Uma forte chuvada e trovoada provocou esta noite de quarta-feira inundações em Santa Comba Dão, mas de acordo com a Protecção Civil de Viseu não há desalojados a registar.
As inundações ocorreram em algumas garagens e caves, sobretudo no bairro municipal e na zona das piscinas de Santa Comba Dão.
Neste momento, os bombeiros já estão a proceder às operações de limpeza.
Também em Nelas, no distrito de Viseu, devido ao mau tempo não há comunicações fixas.
Contactada pela TSF, a meteorologista Paula Leitão avançou que esta instabilidade deverá diminuir a partir desta quinta-feira, que será ainda «um dia com aguaceiros mas menos intensos».
As inundações ocorreram em algumas garagens e caves, sobretudo no bairro municipal e na zona das piscinas de Santa Comba Dão.
Neste momento, os bombeiros já estão a proceder às operações de limpeza.
Também em Nelas, no distrito de Viseu, devido ao mau tempo não há comunicações fixas.
Contactada pela TSF, a meteorologista Paula Leitão avançou que esta instabilidade deverá diminuir a partir desta quinta-feira, que será ainda «um dia com aguaceiros mas menos intensos».
Fonte: TSF
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Estado (só) fiscalizador
Rebelo Marinho, presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Viseu (FBDV) e dirigente da Liga dos Bombeiros Portugueses, defendeu que "o Estado se devia cingir-se a desempenhar um papel fiscalizador, deixando o de actor aos bombeiros". 
Dando um exemplo, apontou: "O Estado não pode ser legislador, regulador e fazer a parte operacional!" Em seu entender, "os bombeiros voluntários deviam apenas depender das Associações Humanitárias", que, por seu turno, "terão que participar no processo de decisão", daquilo que lhes diz respeito.
O presidente da FBDV foi mais longe na sua análise: "Não podemos caminhar muito mais tempo com soluções legislativas enviesadas e coxas!" Num exemplo. "As Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários e os comandantes deviam poder assinar uma carta de despedimento, de modo a que cada direcção pudesse escolher o que achasse mais apto."
Sublinhou que "devem ser as Associações a nomear, demitir, avaliar e disciplinar o corpo activo", até porque "estes últimos 10 anos de inconstância legislativa têm sido uma experiência que não é nada positiva".
Dando um exemplo, apontou: "O Estado não pode ser legislador, regulador e fazer a parte operacional!" Em seu entender, "os bombeiros voluntários deviam apenas depender das Associações Humanitárias", que, por seu turno, "terão que participar no processo de decisão", daquilo que lhes diz respeito.
O presidente da FBDV foi mais longe na sua análise: "Não podemos caminhar muito mais tempo com soluções legislativas enviesadas e coxas!" Num exemplo. "As Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários e os comandantes deviam poder assinar uma carta de despedimento, de modo a que cada direcção pudesse escolher o que achasse mais apto."
Sublinhou que "devem ser as Associações a nomear, demitir, avaliar e disciplinar o corpo activo", até porque "estes últimos 10 anos de inconstância legislativa têm sido uma experiência que não é nada positiva".
terça-feira, 20 de abril de 2010
Passarempo "Bombeiral" II
No passatempo "Bombeiral" I, quase todos acertaram, o Super Bombeiro era o nosso querido camarada Helder Pacheco (um abraço para ele).
As regras são as mesmas, isto é, deixa um comentário sem ser no chat, e sexta-feira são publicados os comentários. Boa Sorte
.
Bombeiros pedem reforço monetário para ECIN 2010
Os bombeiros voluntários que integram as equipas de combate a incêndios, consideradas essenciais no ataque inicial aos fogos entre Maio e Setembro, recebem apenas 1,70 euros por hora, dinheiro que mal dá para pagar deslocações e refeições. 
"Quase que ainda temos de pagar para fazer o serviço", queixa- -se Ricardo Gonçalves, de 32 anos, dos Bombeiros Voluntários de Alcochete. "É algo que me parece desajustado e irrisório com as refeições que temos de fazer pelo meio", refere, lembrando que se tiver de almoçar e jantar num espaço de 12 horas gasta, no mínimo, 10 dos 20,40 euros que irá auferir, tendo ainda de descontar o valor das deslocações.
Considerando o montante injusto, a Liga dos Bombeiros Portugueses há três anos que solicita a sua actualização perante o esforço inerente ao trabalho de combate a incêndios. "Não é realmente justo, sobretudo se tivermos em consideração este valor para uma acção que exige elevado esforço físico e elevado stress psicológico", salientou, ao JN, o presidente Duarte Caldeira. "De facto, seria justo que houvesse uma actualização", acrescenta.
Por outro lado, o responsável explica que não existe uma relação de contrato entre os bombeiros voluntários e o Estado, tratando-se apenas de um prémio de recompensa. "É um mecanismo de compensação do tempo perdido", frisa, salientando que com o aumento do desemprego tem havido nos últimos anos mais elementos disponíveis para integrar as ECIN.
"Há já uma rotina. Os bombeiros quando marcam férias já calendarizam cinco dias, uma semana ou duas, no máximo, para dar ao quartel", realça, alertando, porém, que "é preciso ser audacioso nos incentivos a este voluntariado" para garantir a mobilização.

"Quase que ainda temos de pagar para fazer o serviço", queixa- -se Ricardo Gonçalves, de 32 anos, dos Bombeiros Voluntários de Alcochete. "É algo que me parece desajustado e irrisório com as refeições que temos de fazer pelo meio", refere, lembrando que se tiver de almoçar e jantar num espaço de 12 horas gasta, no mínimo, 10 dos 20,40 euros que irá auferir, tendo ainda de descontar o valor das deslocações.
Considerando o montante injusto, a Liga dos Bombeiros Portugueses há três anos que solicita a sua actualização perante o esforço inerente ao trabalho de combate a incêndios. "Não é realmente justo, sobretudo se tivermos em consideração este valor para uma acção que exige elevado esforço físico e elevado stress psicológico", salientou, ao JN, o presidente Duarte Caldeira. "De facto, seria justo que houvesse uma actualização", acrescenta.
Por outro lado, o responsável explica que não existe uma relação de contrato entre os bombeiros voluntários e o Estado, tratando-se apenas de um prémio de recompensa. "É um mecanismo de compensação do tempo perdido", frisa, salientando que com o aumento do desemprego tem havido nos últimos anos mais elementos disponíveis para integrar as ECIN.
"Há já uma rotina. Os bombeiros quando marcam férias já calendarizam cinco dias, uma semana ou duas, no máximo, para dar ao quartel", realça, alertando, porém, que "é preciso ser audacioso nos incentivos a este voluntariado" para garantir a mobilização.
domingo, 18 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
DECIF 2010
Aumento dos meios efectivos de combate a incendios florestais em 2010.
2010
Fase BRAVO
Integram até 6.651 elementos e até 1.528 veículos dos vários Agentes presentes no terreno. Nesta fase, os meios aéreos são no máximo 7 até 31 de Maio, disponibilizados pela EMA e até
34, a partir de 1 de Junho.
Fase CHARLIE
Integram até 9.985 elementos, até 2.177 veículos dos vários Agentes presentes no terreno e até 56 meios aéreos.
Fase DELTA
Integram até 5.460 elementos e até 1.230 veículos dos vários Agentes presentes no terreno. Nesta fase os meios aéreos são 19 até 15 de Outubro e a partir de 16 de Outubro são no máximo 7 disponibilizados pela EMA.
2009
Fase BRAVO
Integram até 6.225 elementos, até 1.027 veículos dos vários Agentes presentes no terreno e até 24 meios aéreos.
Fase CHARLIE
Integram até 10.178 elementos, até 1.408 veículos dos vários Agentes presentes no terreno e 56 meios aéreos.
Fase DELTA
Integram até 5.467 elementos, até 1.066 veículos dos vários Agentes presentes no terreno e até 19 meios aéreos.
2010
Fase BRAVO
Integram até 6.651 elementos e até 1.528 veículos dos vários Agentes presentes no terreno. Nesta fase, os meios aéreos são no máximo 7 até 31 de Maio, disponibilizados pela EMA e até
34, a partir de 1 de Junho.Fase CHARLIE
Integram até 9.985 elementos, até 2.177 veículos dos vários Agentes presentes no terreno e até 56 meios aéreos.
Fase DELTA
Integram até 5.460 elementos e até 1.230 veículos dos vários Agentes presentes no terreno. Nesta fase os meios aéreos são 19 até 15 de Outubro e a partir de 16 de Outubro são no máximo 7 disponibilizados pela EMA.
2009
Fase BRAVO
Integram até 6.225 elementos, até 1.027 veículos dos vários Agentes presentes no terreno e até 24 meios aéreos.
Fase CHARLIE
Integram até 10.178 elementos, até 1.408 veículos dos vários Agentes presentes no terreno e 56 meios aéreos.
Fase DELTA
Integram até 5.467 elementos, até 1.066 veículos dos vários Agentes presentes no terreno e até 19 meios aéreos.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Entrega dos tres primeiros UNIMOG para a MADEIRA
A Jacinto entregou na passada sexta-feira (9-04-2010) as primeiras 3 Viaturas destinadas às zonas mais afectadas pela grande catástrofe da Ilha da Madeira - Santa Cruz, Ribeira Brava e Voluntários Madeirenses. Este veículo é um Chasis Mercedes Unimog 5000 Euro5 tem refrigeração aos rodados e cabine, possui uma bomba Rosenbauer NH 20 (alta e baixa pressão) com o sistema Triton de indução de espuma automático incorporado. Toda a estrutura em alumínio soldado e com todos os tabuleiros em aço inox assim como todos os suportes. Possui também um carretel de alta pressão e uma motobomba Honda. Já tem incorporado também leds na iluminação dos cofres. A sisterna é em fibra com a capacidade de 3250l de água e 100l de espumífero numa célula individual. Este veículo tem a capacidade de se deslocar com a tomada de força da bomba ligada o que além de se poder combater o fogo em andamento a refrigeração também poderá ser feita em movimento. A Jacinto formou ainda 20 operacionais a nível teórico e prático sobre o funcionamento da viatura e respectivos equipamentos. A entrega oficial está agendada para o dia 21 de Abril na Ribeira Brava.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Incêndio em oficina em Sátão
Incêndio em habitação deixa idoso desalojado (Castro Daire)
Uma pessoa ficou hoje, terça-feira, desalojada na sequência de um incêndio que destruiu uma habitação no co
ncelho de Castro Daire.
O alerta para o incêndio na habitação localizada no centro da aldeia de Cujó, no concelho de Castro Daire, foi dado cerca das 2 horas, informou fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viseu.
De acordo com o CDOS, o incêndio foi dominado cerca de hora e meia depois, tendo-se registado "a perda total da casa".
O idoso desalojado "não sofreu qualquer ferimento" e "vai ficar em casa de familiares", acrescentou a fonte.
No combate às chamas estiveram 17 bombeiros, das corporações de Castro Daire e Farejinhas, apoiados por sete veículos.
ncelho de Castro Daire.O alerta para o incêndio na habitação localizada no centro da aldeia de Cujó, no concelho de Castro Daire, foi dado cerca das 2 horas, informou fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viseu.
De acordo com o CDOS, o incêndio foi dominado cerca de hora e meia depois, tendo-se registado "a perda total da casa".
O idoso desalojado "não sofreu qualquer ferimento" e "vai ficar em casa de familiares", acrescentou a fonte.
No combate às chamas estiveram 17 bombeiros, das corporações de Castro Daire e Farejinhas, apoiados por sete veículos.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
INEM abre polémica sobre 'helis' de apoio (Aguiar da Beira)
Declarações do presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica sobre meios aéreos redundantes em três concelhos levaram a reacção violenta de autarcas. O Ministério da Saúde já veio tentar pôr água na fervura.
O ministério da Saúde garantiu, logo depois, que a decisão final sobre a necessidade de novos helicópteros de emergência "terá em conta os compromissos já assumidos".
A polémica estalou quando o presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) afirmou que três helicópteros, previstos para Ourique, Macedo de Cavaleiros e Aguiar da Beira, poderiam ser desnecessários, de acordo com um estudo de sustentabilidade financeira do organismo. A necessidade de novos meios
aéreos "tinha a ver com alguns encerramentos de urgências médico-cirúrgicas que não foram efectivadas", afirmou Abílio Gomes em entrevista à Antena 1.
O autarca de Macedo de Cavaleiros insurgiu-se contra as declarações e afirmou que se os meios prometidos não forem disponibilizados é melhor anular os protocolos assinados e repor os serviços retirados. E acrescentou que por o ministro da Saúde e o presidente do INEM terem sido substituídos "não pode haver uma alteração do que já foi viabilizado, e assinado".
"Estou perfeitamente desapontado, desiludido e surpreendido com as declarações", afirmou também o munícipe de Ourique. O autarca socialista garante ter recebido, na semana passada, garantias da Administração Regional de Saúde de Setúbal de que os três novos helicópteros estavam para adjudicação.
O presidente da Câmara de Aguiar da Beira mostrou-se "despreocupado" porque o helicóptero estava previsto para o caso de encerramento do Serviço de Atendimento Permanente. "Este continua aberto 24 horas por dia e, enquanto assim for, está tudo bem", disse o autarca social-democrata à agência Lusa.
O ministério garante ainda estar a analisar a proposta do INEM.
O presidente do INEM defendeu, também, a criação de uma carreira profissional, semelhante à dos paramédicos, como forma de combater a falta de meios humanos. "Criar uma carreira que valorize a intervenção dos actuais tripulantes das ambulâncias de socorro e de emergência. Valorizá-los até que pudessem ter capacidade de actuação semelhante à dos paramédicos", justificou.
A sugestão já está a gerar discórdia. A Associação de Medicina de Emergência aplaude e considera que essa medida só "pecaria por tardia". Também o Sindicato dos Técnicos de Ambulâncias de Emergência vê "com bastante agrado" que seja seguido um caminho já tomado nos EUA, Inglaterra e, em breve, em Espanha.
Pelo contrário, o bastonário da Ordem dos Médicos tem dúvidas "que valha a pena criar uma nova carreira profissional sem a garantia de dar a esses jovens uma profissão para a vida". A Ordem dos Enfermeiros vai mais longe, considerando "profundamente preocupante" que se baseie essa possibilidade "em critérios economicistas". Contactado pelo JN, o ministério não quis pronunciar-se a este respeito.
O ministério da Saúde garantiu, logo depois, que a decisão final sobre a necessidade de novos helicópteros de emergência "terá em conta os compromissos já assumidos".
A polémica estalou quando o presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) afirmou que três helicópteros, previstos para Ourique, Macedo de Cavaleiros e Aguiar da Beira, poderiam ser desnecessários, de acordo com um estudo de sustentabilidade financeira do organismo. A necessidade de novos meios
aéreos "tinha a ver com alguns encerramentos de urgências médico-cirúrgicas que não foram efectivadas", afirmou Abílio Gomes em entrevista à Antena 1.O autarca de Macedo de Cavaleiros insurgiu-se contra as declarações e afirmou que se os meios prometidos não forem disponibilizados é melhor anular os protocolos assinados e repor os serviços retirados. E acrescentou que por o ministro da Saúde e o presidente do INEM terem sido substituídos "não pode haver uma alteração do que já foi viabilizado, e assinado".
"Estou perfeitamente desapontado, desiludido e surpreendido com as declarações", afirmou também o munícipe de Ourique. O autarca socialista garante ter recebido, na semana passada, garantias da Administração Regional de Saúde de Setúbal de que os três novos helicópteros estavam para adjudicação.
O presidente da Câmara de Aguiar da Beira mostrou-se "despreocupado" porque o helicóptero estava previsto para o caso de encerramento do Serviço de Atendimento Permanente. "Este continua aberto 24 horas por dia e, enquanto assim for, está tudo bem", disse o autarca social-democrata à agência Lusa.
O ministério garante ainda estar a analisar a proposta do INEM.
O presidente do INEM defendeu, também, a criação de uma carreira profissional, semelhante à dos paramédicos, como forma de combater a falta de meios humanos. "Criar uma carreira que valorize a intervenção dos actuais tripulantes das ambulâncias de socorro e de emergência. Valorizá-los até que pudessem ter capacidade de actuação semelhante à dos paramédicos", justificou.
A sugestão já está a gerar discórdia. A Associação de Medicina de Emergência aplaude e considera que essa medida só "pecaria por tardia". Também o Sindicato dos Técnicos de Ambulâncias de Emergência vê "com bastante agrado" que seja seguido um caminho já tomado nos EUA, Inglaterra e, em breve, em Espanha.
Pelo contrário, o bastonário da Ordem dos Médicos tem dúvidas "que valha a pena criar uma nova carreira profissional sem a garantia de dar a esses jovens uma profissão para a vida". A Ordem dos Enfermeiros vai mais longe, considerando "profundamente preocupante" que se baseie essa possibilidade "em critérios economicistas". Contactado pelo JN, o ministério não quis pronunciar-se a este respeito.
Passatempo "Bombeiral"
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Novos Órgãos Socias da Escola Nacional de Bombeiros
No dia 30 de Março, pelas 16h00, na Escola Nacional de Bombeiros, em Sintra, tomaram posse os novos Órgãos Sociais daquela instituição.
A direcção da ENB será, assim, presidida por José Augusto Carvalho, licenciado em Ciências Sociais e Humanas e ex-Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras (198
3 a 1995), tendo como vogais Domingos Quintas, licenciado em Economia, e Joaquim Marinho, licenciado em Ensino, ex-presidente do Serviço Nacional de Bombeiros (1999 a 2002), assumindo, desde 2003, a presidência da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu.
A Assembleia-Geral continua a ser presidida pelo Padre Vítor Melícias. Já o Conselho Fiscal passa a ser presidido por José Pereira, Director da Unidade Administrativa e Financeira da ANPC, tendo como Vogais Paulo Hortênsio, Vice-presidente do Conselho Executivo da LBP e Rui Santos, Comandante da AHB de Santa Comba Dão.
A direcção da ENB será, assim, presidida por José Augusto Carvalho, licenciado em Ciências Sociais e Humanas e ex-Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras (198
3 a 1995), tendo como vogais Domingos Quintas, licenciado em Economia, e Joaquim Marinho, licenciado em Ensino, ex-presidente do Serviço Nacional de Bombeiros (1999 a 2002), assumindo, desde 2003, a presidência da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu.A Assembleia-Geral continua a ser presidida pelo Padre Vítor Melícias. Já o Conselho Fiscal passa a ser presidido por José Pereira, Director da Unidade Administrativa e Financeira da ANPC, tendo como Vogais Paulo Hortênsio, Vice-presidente do Conselho Executivo da LBP e Rui Santos, Comandante da AHB de Santa Comba Dão.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Requalificação da EN229 deverá ficar concluída em Junho
A requalificação da Estrada Nacional (EN) 229 entre Sátão e Viseu deverá terminar antes do início de Verão. A confirmação foi dada pelo governador civil de Viseu, Miguel Ginestal, no final de uma reunião com responsáveis da Estradas de Portugal e da empresa responsável pela obra. Segundo Miguel Ginestal, tudo indica que a obra esteja concluída em Junho, caso "as condições meteorológicas o permitam".
Por forma a que os prazos sejam cumpridos, o empreiteiro explicou que a partir das próximas semanas irão avançar com duas "frentes de trabalho", uma entre o Sátão e Viseu e outra
entre Cavernães e Viseu.
A questão da sinalização da obra e da via foi outro dos assuntos abordados na reunião. Miguel Ginestal informou que vão ser colocados painéis de informação com o aviso do desvio que vai ter de ser efectuado entre Pedrosas (Sátão) e Cavernães (Viseu). Desvio esse que será apenas utilizado pelos veículos ligeiros.
O empreiteiro assegurou ainda que manterá uma equipa permanente de manutenção da sinalização daquela via.
Uma solução encontrada depois de várias queixas de utentes sobre a má sinalização da via e que tem levado não só a atrasos no trânsito, como também a questões relacionadas com segurança.
Os trabalhos de requalificação da EN229 iniciaram-se este ano, um investimento orçado em 4,7 milhões de euros e que estão actualmente a decorrer.
A intervenção, ao longo de 15 quilómetros, inclui a rectificação do traçado do Fojo, a construção de cinco rotundas e o reforço do pavimento.
Por forma a que os prazos sejam cumpridos, o empreiteiro explicou que a partir das próximas semanas irão avançar com duas "frentes de trabalho", uma entre o Sátão e Viseu e outra
entre Cavernães e Viseu.A questão da sinalização da obra e da via foi outro dos assuntos abordados na reunião. Miguel Ginestal informou que vão ser colocados painéis de informação com o aviso do desvio que vai ter de ser efectuado entre Pedrosas (Sátão) e Cavernães (Viseu). Desvio esse que será apenas utilizado pelos veículos ligeiros.
O empreiteiro assegurou ainda que manterá uma equipa permanente de manutenção da sinalização daquela via.
Uma solução encontrada depois de várias queixas de utentes sobre a má sinalização da via e que tem levado não só a atrasos no trânsito, como também a questões relacionadas com segurança.
Os trabalhos de requalificação da EN229 iniciaram-se este ano, um investimento orçado em 4,7 milhões de euros e que estão actualmente a decorrer.
A intervenção, ao longo de 15 quilómetros, inclui a rectificação do traçado do Fojo, a construção de cinco rotundas e o reforço do pavimento.
terça-feira, 30 de março de 2010
Passeio BTT por terras de Sátão
Este evento é organizado pela Câmara Municipal de Sátão, em parceria com os Bombeiros Voluntários de Sátão e é direccionado para todos os amantes do BTT.
Estarão traçados dois percursos, pelos trilhos de Sátão. O primeiro com 50km e o segundo com 25km. Pode participar qualquer pessoa, devendo os menores de 16 anos apresentar uma autorização dos Encarregados de Educação. É obrigatório o uso de capacete!
As inscrições podem ser feitas aqui on-line ou na Piscina Municipal. O preço é de 10€ até ao dia 16 de Abril e de 12€ se forem realizadas no dia do evento. As quantias podem ser pagas por Transferência Bancária (NIB: 003507530000022393018), devendo apresentar o comprovativo no próprio, ou ainda em dinheiro. A Inscrição inclui seguro desportivo, reforço alimentar, almoço e lembranças.
Os acompanhantes não são esquecidos. Basta trazer vestuário apropriado e podem usufruir gratuitamente de uma Aula de Aeróbica, tendo no final direito a duche. Se pretenderem almoçar, terão de efectuar o pagamento de 5€.
Estarão traçados dois percursos, pelos trilhos de Sátão. O primeiro com 50km e o segundo com 25km. Pode participar qualquer pessoa, devendo os menores de 16 anos apresentar uma autorização dos Encarregados de Educação. É obrigatório o uso de capacete!
As inscrições podem ser feitas aqui on-line ou na Piscina Municipal. O preço é de 10€ até ao dia 16 de Abril e de 12€ se forem realizadas no dia do evento. As quantias podem ser pagas por Transferência Bancária (NIB: 003507530000022393018), devendo apresentar o comprovativo no próprio, ou ainda em dinheiro. A Inscrição inclui seguro desportivo, reforço alimentar, almoço e lembranças.
Os acompanhantes não são esquecidos. Basta trazer vestuário apropriado e podem usufruir gratuitamente de uma Aula de Aeróbica, tendo no final direito a duche. Se pretenderem almoçar, terão de efectuar o pagamento de 5€.

Até o S. Pedro ajudou!...


A 2ª Rampa do Circuito InterConcelhio CarrinhosRolamentos realizou-se no último Domingo na rua Vila d'Além, a 200 m do centro da Vila de Sátão. A organização da Secção Desportiva dos Bombeiros Voluntários de Sátão teve o apoio das autarquias locais, Câmara Municipal de Sátão e Junta de Freguesia. O traçado citadino de 600 metros, no qual desceram 60 participantes, teve uma boa assistência de público numa tarde primaveril.Muitos peões e despistes, foi o resultado de um traçado com dois ganchos bastante técnicos fazendo subir a adrenalina entre quem participava e quem assistia.
A Associação Desportiva Radical de Tondela e a Secção Desportiva dos Bombeiros Voluntários de Sátão congratularam-se pelo resultado deste excelente trabalho.
A Secção Desportiva agradece a todas as entidades que contribuiram para a realização deste evento e a todos os bombeiros que se uniram à secção para a organização da prova. Muito obrigado.
Por último e depois de ver o estado do tempo nesta segunda-feira, é de salientar que quando a causa é nobre e o empenho e dedicação são grandes, até o S. Pedro ajuda...
Classificações:
Depois de 7 sucessivas descidas, das quais 3 eliminatórias, nas 4 classes em prova os vencedores ficaram alinhados da seguinte forma:
Classe M - 1º - Pedro Costa - Roda Moinas - Mealhada; 2º - Duarte Silva - Roda Moinas - Mealhada; 3º - Bruno Pessoa da equipa Esgaziados de Mangualde.
Classe J - 1ª - Mariana Sobrino do CNE de Nandufe; 2º - Rafael Teixeira da ADRT - Tondela; 3º - Ricardo Castor - Bombeiros Voluntários - Cantanhede.
Classe S - 1ª - Ana Ferreira - Sobral Power - Lousã; 2ª - Sandra Figueiredo do CNE de Nandufe; 3ª Sandrina Mortágua da Equipa Roda Moinas da Mealhada.
Classe E - 1º - Francisco Lima - Roll Race - Sta Maria da Feira; 2º Tiago Borges do Sobral Power; 3º - Valdemar Francisco da Roda Moinas.
Depois de 7 sucessivas descidas, das quais 3 eliminatórias, nas 4 classes em prova os vencedores ficaram alinhados da seguinte forma:
Classe M - 1º - Pedro Costa - Roda Moinas - Mealhada; 2º - Duarte Silva - Roda Moinas - Mealhada; 3º - Bruno Pessoa da equipa Esgaziados de Mangualde.
Classe J - 1ª - Mariana Sobrino do CNE de Nandufe; 2º - Rafael Teixeira da ADRT - Tondela; 3º - Ricardo Castor - Bombeiros Voluntários - Cantanhede.
Classe S - 1ª - Ana Ferreira - Sobral Power - Lousã; 2ª - Sandra Figueiredo do CNE de Nandufe; 3ª Sandrina Mortágua da Equipa Roda Moinas da Mealhada.
Classe E - 1º - Francisco Lima - Roll Race - Sta Maria da Feira; 2º Tiago Borges do Sobral Power; 3º - Valdemar Francisco da Roda Moinas.
sábado, 27 de março de 2010
Povo ameaça cortar trânsito na EN229
Agravam-se em cada dia que passa os problemas de circulação na EN229, que liga Viseu ao norte do distrito e que está em obras desde o início do ano. Longas filas de trânsito e falta de soluções levam autarcas e populares a ameaçar cortar aquela que é conhecida como Estrada do Sátão e que é a que maior movimento tem no distrito.
O presidente da Junta de Freguesia de Cavernães tem recebido nos últimos dias inúmeros habitantes da sua freguesia que se "mostram muito descontentes com as obras de requalificação da estrada". Jorge Martins conta
que "a população tem dúvidas sobre as soluções que a Estradas de Portugal (EP) adoptou para o traçado".
"Os populares garantiram estarem dispostos a cortar a estrada se não forem tidas em conta as suas preocupações, porque entendem que o objectivo da requalificação era acabar com os pontos negros e os acidentes na EN229 e não originar mais", sublinha Jorge Morais. O autarca exemplifica com os acessos a um bairro, marginal à estrada e onde "os moradores terão de atravessar duas faixas de rodagem para poderem cortar para a estrada em direcção a Viseu".
A Câmara de Viseu já alertou a empresa para "os perigos em algumas zonas, como a rotunda de acesso ao Parque Industrial de Mundão", conta o presidente da câmara. Fernando Ruas adianta que "os responsáveis da Estradas de Portugal aceitam as alterações ao projecto inicial desde que não haja gastos, ou seja a câmara teria de pagar obras do Governo, o que não aceitamos".
O presidente da Junta de Freguesia de Cavernães tem recebido nos últimos dias inúmeros habitantes da sua freguesia que se "mostram muito descontentes com as obras de requalificação da estrada". Jorge Martins conta
"Os populares garantiram estarem dispostos a cortar a estrada se não forem tidas em conta as suas preocupações, porque entendem que o objectivo da requalificação era acabar com os pontos negros e os acidentes na EN229 e não originar mais", sublinha Jorge Morais. O autarca exemplifica com os acessos a um bairro, marginal à estrada e onde "os moradores terão de atravessar duas faixas de rodagem para poderem cortar para a estrada em direcção a Viseu".
A Câmara de Viseu já alertou a empresa para "os perigos em algumas zonas, como a rotunda de acesso ao Parque Industrial de Mundão", conta o presidente da câmara. Fernando Ruas adianta que "os responsáveis da Estradas de Portugal aceitam as alterações ao projecto inicial desde que não haja gastos, ou seja a câmara teria de pagar obras do Governo, o que não aceitamos".
sexta-feira, 26 de março de 2010
Entrevista com a Chefe da EIP, Maria dos Remédios Carvalho, dos Bombeiros Voluntários de Sátão

No âmbito do Dia Mundial da Mulher, 8 de Março, a Gazeta de Sátão entrevistou a única mulher do distrito a chefiar a EIP Equipa Intervenção Permanente dos Bombeiros Voluntários de Sátão, Maria dos Remédios Carvalho.
Quais são as principais missões da EIP – Equipa de Intervenção Permanente?
As principais missões da EIP visam assegurar, em permanência, o socorro às populações, designadamente nos seguintes casos: Combate a incêndios; socorro às populações em caso de incêndios, inundações, desabamentos, abalroamentos e em todos os acidentes ou catástrofes, socorro a náufragos, socorro complementar em segunda intervenção, desencarceramento ou apoio a sinistrados no âmbito da urgência pré-hospitalar. E ainda, minimização de riscos em situações de previsão ou ocorrência de acidente grave, colaboração em outras actividades de protecção civil no âmbito do exercício das funções específicas que são cometidas aos corpos de bombeiros.
Quantas pessoas a constituem?
A EIP é constituída por cinco elementos, eu, como chefe, e mais quatro elementos do sexo masculino, dos quais, um é bombeiro de primeira classe e três de segunda classe. Dois deles têm carta de condução de veículos pesados.
Para ser elemento desta equipa será necessário ser bombeiro há pelo menos dois anos, possuir capacidade e robustez física comprovada, através da prestação de provas de aptidão para o exercício da função, possuir prioritariamente o 12ºano ou equivalente, e estar habilitado à condução de veículos prioritários.
Para que este grupo funcione são necessários recursos financeiros. Quem os suporta?
As despesas referidas são suportadas em partes iguais pela Autoridade Nacional Protecção Civil (ANPC) e pela Câmara Municipal. A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Concelho de Sátão efectua o pagamento das remunerações e das contribuições para a segurança social, bem como da taxa de segurança e higiene no trabalho.
Quais são as principais dificuldades sentidas pelo EIP?
As carências são sempre características de qualquer corporação de bombeiros. No caso concreto desta Associação, a Direcção tenta superar estas carências mercê das disponibilidades existentes. No entanto, neste momento a principal dificuldade prende-se com a falta de equipamento individual mais vocacionado para o combate a incêndios urbanos.
Quando ingressou nos B.V. de Sátão?
Quais são as principais missões da EIP – Equipa de Intervenção Permanente?
As principais missões da EIP visam assegurar, em permanência, o socorro às populações, designadamente nos seguintes casos: Combate a incêndios; socorro às populações em caso de incêndios, inundações, desabamentos, abalroamentos e em todos os acidentes ou catástrofes, socorro a náufragos, socorro complementar em segunda intervenção, desencarceramento ou apoio a sinistrados no âmbito da urgência pré-hospitalar. E ainda, minimização de riscos em situações de previsão ou ocorrência de acidente grave, colaboração em outras actividades de protecção civil no âmbito do exercício das funções específicas que são cometidas aos corpos de bombeiros.
Quantas pessoas a constituem?
A EIP é constituída por cinco elementos, eu, como chefe, e mais quatro elementos do sexo masculino, dos quais, um é bombeiro de primeira classe e três de segunda classe. Dois deles têm carta de condução de veículos pesados.
Para ser elemento desta equipa será necessário ser bombeiro há pelo menos dois anos, possuir capacidade e robustez física comprovada, através da prestação de provas de aptidão para o exercício da função, possuir prioritariamente o 12ºano ou equivalente, e estar habilitado à condução de veículos prioritários.
Para que este grupo funcione são necessários recursos financeiros. Quem os suporta?
As despesas referidas são suportadas em partes iguais pela Autoridade Nacional Protecção Civil (ANPC) e pela Câmara Municipal. A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Concelho de Sátão efectua o pagamento das remunerações e das contribuições para a segurança social, bem como da taxa de segurança e higiene no trabalho.
Quais são as principais dificuldades sentidas pelo EIP?
As carências são sempre características de qualquer corporação de bombeiros. No caso concreto desta Associação, a Direcção tenta superar estas carências mercê das disponibilidades existentes. No entanto, neste momento a principal dificuldade prende-se com a falta de equipamento individual mais vocacionado para o combate a incêndios urbanos.
Quando ingressou nos B.V. de Sátão?
Ingressei nos B.V. de Sátão como Aspirante, no longínquo ano de 1989, precisamente no dia 20 de Novembro.
Desde então, quais foram as funções desempenhadas?
Em 27/3/1992 depois de ter frequentado a necessária e obrigatória escola de instrução, passei a bombeira de 3ªclasse, transitando, após os respectivos exames, para bombeira de 2.ª Classe em 26/06/1994, a 1.ª Classe em 15/06/2001, e a Sub – Chefe no dia 12/03/2006, cargo que desempenho actualmente. Ao longo deste percurso desempenhei as mais diversas funções como voluntária, ao nível de prestações de socorro em inúmeros incêndios e acidentes. Desde 01/06/2008 desempenho funções de chefe da EIP. Desde então fiz diversas formações adicionais nomeadamente, curso de chefe de equipa de combate a incêndios florestais na Lousã, curso de chefe de equipa de incêndios Urbanos e Industriais em São João da Madeira e curso de chefe de Equipa de Salvamento e Desencarceramento em Sintra.
É difícil conciliar as tarefas familiares com estas profissionais?
Sim é um bocadinho difícil porque além de ser bombeira sou mãe, sou esposa e filha, e muitas das vezes, estamos com a nossa família e temos que deixar tudo para vir socorrer os outros, não temos Páscoa, Natal nem Passagem de Ano. No entanto, a minha família compreende e é sempre gratificante poder ajudar alguém.
Sente ou sentiu alguma vez alguma forma de descriminação pelo facto de ser mulher?
Sim, no ano de 1989, ano em que ingressei nos bombeiros, poucas mulheres vinham para os bombeiros, as pessoas diziam-me que isto era para os homens, que as mulheres deviam ficar em casa a cuidar dos filhos. No entanto, eu fui ficando, apesar de muitas das bombeiras que entraram comigo terem desistido, talvez para isso tivesse contribuído o gosto que tenho pelos bombeiros e, também, o facto do meu marido ser bombeiro.
Hoje em dia a sociedade aceita melhor, pois as mulheres desempenham qualquer função e o trabalho que desenvolvem é rigorosamente idêntico ao dos homens.
Que sugestões/conselhos gostaria de deixar às jovens do concelho?
Eu diria para se inscreverem nos Bombeiros Voluntários do Concelho de Sátão, pois, cada vez mais há falta de pessoas interessadas no serviço voluntário que e o que no fundo se trata. Mas é uma pena porque o voluntariado é algo muito positivo, é muito bom ajudar quem precisa, poder dar um pouco de nós aos outros. O futuro da nossa sociedade está nos jovens e são eles que têm a responsabilidade de fazer com que ele seja bom ou mau.
Fonte: Gazeta de Sátão
quinta-feira, 25 de março de 2010
Já viram um ouriço cacheiro bebé? E a fábula?
Fábula para reflectir
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os ouriços cacheiros, ao perceberem a situação, resolveram juntar-se em grupos, assim agasalhavam-se e protegiam-se mutuamente, mas os espinhos de cada
um feria os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram afastarem-se uns dos outros e voltaram a ficar congelados, então precisavam fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com alguém muito próximo podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.
Conclusão:
Um bom relacionamento não é aquele que une pessoas “perfeitas”, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar as suas qualidades.
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os ouriços cacheiros, ao perceberem a situação, resolveram juntar-se em grupos, assim agasalhavam-se e protegiam-se mutuamente, mas os espinhos de cada
um feria os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.Por isso decidiram afastarem-se uns dos outros e voltaram a ficar congelados, então precisavam fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com alguém muito próximo podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.
Conclusão:
Um bom relacionamento não é aquele que une pessoas “perfeitas”, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar as suas qualidades.
E nós?? Somos como o Ouriço??
Governador civil quer mais sinais nas obras da EN229
As obras de requalificação da Estrada Nacional n.º 229 (EN229), mais conhecida como Estrada de Sátão, vão contar com mais sinalização. A garantia foi dada ao nosso Jornal pelo governador civil de Viseu, Miguel Ginestal, que justificou a medida com as inúmeras queixas que tem recebido relativamente aos trabalhos que estão a ser levados a cabo e aos atrasos que estes provocam aos automobilistas.
"Os muitos transtornos têm a ver com deficiência de sinalética e de informação no acesso à EN229 para muitos condutores que fazem aquele trajecto do Sátão para Viseu e de Viseu para o Sátão. Há muitos prejuízos nos veículos e há muitas demoras", explicou.
Por essa razão, contactou a Estradas de Portugal "no sentido de ser melhorada a sina
lética e, no que diz respeito à informação, a indicação de percursos alternativos para evitar as demoras a que são sujeitos muitos automobilistas, especialmente na zona entre Sátão e Cavernães".
"Quem vem do Sátão pode ir por Pedrosas, Barreiros e Cepões até ao cruzamento de Cavernães, enquanto que na direcção contrária também existe a possibilidade de passar por S. Pedro de France. No entanto, é preciso que os condutores saibam que existem estas vias alternativas", sublinhou.
Quanto às queixas dos moradores relativamente a algumas soluções escolhidas pela Estradas da Portugal e que, na opinião dos populares, colocam em causa a segurança dos automobilistas, Miguel Ginestal adiantou que espera que os responsáveis pelas obras tenham tido isso em conta.
Ameaça de corte da via
Na semana passada, o nosso Jornal deu conta da possibilidade de a população da freguesia de Cavernães cortar a EN229 devido à forma como as obras de requalificação daquela via estão a ser levadas a cabo pela Estradas de Portugal.
"Disseram-me que estavam dispostos a cortar a estrada se não foram tidas em conta as suas preocupações, porque entendem que o objectivo da requalificação era acabar com os pontos negros e os acidente naquela via e não originar mais", sublinhou o presidente da Junta de Cavernães, Jorge Martins.
"Os muitos transtornos têm a ver com deficiência de sinalética e de informação no acesso à EN229 para muitos condutores que fazem aquele trajecto do Sátão para Viseu e de Viseu para o Sátão. Há muitos prejuízos nos veículos e há muitas demoras", explicou.
Por essa razão, contactou a Estradas de Portugal "no sentido de ser melhorada a sina
"Quem vem do Sátão pode ir por Pedrosas, Barreiros e Cepões até ao cruzamento de Cavernães, enquanto que na direcção contrária também existe a possibilidade de passar por S. Pedro de France. No entanto, é preciso que os condutores saibam que existem estas vias alternativas", sublinhou.
Quanto às queixas dos moradores relativamente a algumas soluções escolhidas pela Estradas da Portugal e que, na opinião dos populares, colocam em causa a segurança dos automobilistas, Miguel Ginestal adiantou que espera que os responsáveis pelas obras tenham tido isso em conta.
Ameaça de corte da via
Na semana passada, o nosso Jornal deu conta da possibilidade de a população da freguesia de Cavernães cortar a EN229 devido à forma como as obras de requalificação daquela via estão a ser levadas a cabo pela Estradas de Portugal.
"Disseram-me que estavam dispostos a cortar a estrada se não foram tidas em conta as suas preocupações, porque entendem que o objectivo da requalificação era acabar com os pontos negros e os acidente naquela via e não originar mais", sublinhou o presidente da Junta de Cavernães, Jorge Martins.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Bombeiros entregam petição para reunião entre corporação e direcção

Um grupo de cinquenta bombeiros entregou ontem à noite uma petição à Associação Humanitária dos Voluntários de Viseu para pedir uma reunião entre a corporação e a direcção. Os bombeiros querem ver esclarecida a saída de um dos vice-presidentes da direcção. Há cerca de uma semana, Botelho pinto anunciou a sua demissão do cargo, uma decisão para a qual ainda não foi dada uma explicação.
"Esperamos que o presidente da direcção tenha o bom senso de se pronunciar sobre esta petição e aceite receber a corporação", disse um dos signatários. "Queremos saber a razão da saída, temos esse direito", sustentou. Caso os bombeiros não recebam uma resposta por parte da direcção, ficou já a promessa de que irão comparecer "em massa" na assembleia-geral da Associação marcada para o próximo dia 30.
De recordar que na semana passada, o comando dos Bombeiros Voluntários de Viseu lamentou a saída do vice-presidente para a área financeira da direcção da Associação, um "má notícia", como considerou, na altura, a corporação em comunicado.
Segundo o comandante, Horácio Alves, a saída de Botelho Pinto representa uma "perda" para a corporação, lembrando que se tratava de um elemento "de ligação" entre o comando e a direcção da Associação.
"Nunca o relacionamento entre instituições foi tão próximo e saudável", pode-se ler no comunicado, no qual o comando atribui também a Botelho Pinto o "esforço" na concretização de "velhos anseios", como a construção do novo quartel ou ainda a solução encontrada para a antiga sede e que agora está sobre a alçada da autarquia viseense, após protocolo com a Associação.
Até agora, nem a direcção, nem Botelho Pinto explicaram ainda as razões que levaram á saída do vice-presidente.
No entanto, há quem avance que a saída possa estar relacionada com uma situação que já se arrasta desde 2008 e que tem a ver com a promoção de um bombeiro a segundo-comandante.
"Esperamos que o presidente da direcção tenha o bom senso de se pronunciar sobre esta petição e aceite receber a corporação", disse um dos signatários. "Queremos saber a razão da saída, temos esse direito", sustentou. Caso os bombeiros não recebam uma resposta por parte da direcção, ficou já a promessa de que irão comparecer "em massa" na assembleia-geral da Associação marcada para o próximo dia 30.
De recordar que na semana passada, o comando dos Bombeiros Voluntários de Viseu lamentou a saída do vice-presidente para a área financeira da direcção da Associação, um "má notícia", como considerou, na altura, a corporação em comunicado.
Segundo o comandante, Horácio Alves, a saída de Botelho Pinto representa uma "perda" para a corporação, lembrando que se tratava de um elemento "de ligação" entre o comando e a direcção da Associação.
"Nunca o relacionamento entre instituições foi tão próximo e saudável", pode-se ler no comunicado, no qual o comando atribui também a Botelho Pinto o "esforço" na concretização de "velhos anseios", como a construção do novo quartel ou ainda a solução encontrada para a antiga sede e que agora está sobre a alçada da autarquia viseense, após protocolo com a Associação.
Até agora, nem a direcção, nem Botelho Pinto explicaram ainda as razões que levaram á saída do vice-presidente.
No entanto, há quem avance que a saída possa estar relacionada com uma situação que já se arrasta desde 2008 e que tem a ver com a promoção de um bombeiro a segundo-comandante.
Diario Viseu
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